Universo avaliado

O PISA é aplicado de forma amostral, segundo critérios definidos pelo Consórcio Internacional contratado pela OCDE para administrar o programa. Caracterizam-se como alunos elegíveis para o PISA todos aqueles na faixa dos 15 anos de idade, matriculados da 7ª série (8º ano) em diante, até o final do Ensino Médio.

No ano 2000, o Brasil avaliou 4.893 alunos no PISA; em 2003, 4.452 alunos; e em 2006, a amostra brasileira foi ampliada para 9.295 alunos. Em 2000 e 2003, a nossa amostra considerava como estratos principais as regiões do país e, como substratos, a dependência administrativa (pública ou privada) e a localização da escola (rural ou urbana).

Em 2006, visando a uma representatividade mais significativa do universo de nossas escolas, a amostra brasileira do PISA compreendeu como estratos principais as 27 unidades da federação; e teve como substratos a organização administrativa da escola (pública ou privada), a localização (rural ou urbana, incluindo todas as capitais e cidades do interior de cada estado) e o IDH do estado (cidades com IDH acima ou abaixo da média do estado). A amostra final englobou 630 escolas, sendo pelo menos 20 em cada estado. Essa amostra, no entanto, produziu médias estaduais com erro-padrão elevado.

Em 2009, com o objetivo de produzir médias estatisticamente mais confiáveis para os estados brasileiros no PISA, a amostra compreendeu os mesmos estratos e substratos, mas abrangeu um número maior de escolas e de alunos em cada estado. No total, foram 950 escolas e 20.127 (vinte mil e cento e vinte sete) alunos.

Para o PISA 2012, pretende-se manter os mesmos estratos e substratos no cálculo da amostra. Em maio de 2011 aplica-se o pré-teste do PISA para um total de 91 escolas.

 

 

Documentário da OCDE Documentário da OCDE

 Veja documentário realizado pela OCDE sobre a educação no Brasil.

PISA 2009 - Itens PISA 2009 - Itens